quarta-feira, 31 de outubro de 2018

quarta-feira, outubro 31, 2018

A intensidade do caminho do meio – Jalapão – Tocantins - TO


Percorrer 1000 km de estrada de terra em 4 dias no meio do Brasil é para mulheres que querem viajar sozinhas, sim!

Destino que leva para dentro do cerrado e da terra vermelha, repleto de histórias perdidas, esse é o Jalapão, bem ali, do ladinho do Pará, Mato Grosso, Piauí, Maranhão e Bahia e reina soberano no meio de tudo. Dias intensos de natureza rustica e muita terra vermelha. Vá ao Jalapão se você quer encontrar: 1. Simpatia e acolhimento: ô povo simpático!, 2. Capim dourado em tudo, 3. Comida caseira e deliciosa, 4. Hospedagens simples e muito bem cuidadas: parece casa de vó! 5. Estradas de terra sempre, 6. Calor e muita água para se refrescar, 7. Noites para descanso e 8. Total desconexão com a vida urbana 



    No Jalapão, o tempo corre como a natureza manda e o percurso é intenso e sem atalhos nas estradas. Como dizem no Jalapão: coração de jalapeiro não bate: trepida!

      Como chegar?

    Chegar em Palmas é muito familiar para quem é de Brasília: a natureza sobrevivendo ao período de seca e uma cidade projetada, com ares de menina, que surgiu a partir da divisão do Goiás e criação do Estado do Tocantins (1988). Porém, Tocantins pertence à região norte do país, e não ao Centro-Oeste.
    Na chegada já dá para sentir que a cidade é convite para uma nova vida, uma nova história, deixando passados sombrios para trás. Palmas parece uma cidade para recomeçar.

    A distância do aeroporto até o hotel Lago da Palma é cerca de 22km. No percurso engatei uma boa conversa com o taxista, porque não consigo ficar de “boca fechada”. Essa foi minha 1ª. Impressão do Tocantins, com o senhor taxista que abriu um sorriso enorme e me resumiu sua vida assim:  “Na juventude a gente pensa que vai repetir sempre a facilidade de alcançar sucesso e dinheiro e a gente leva uma rasteira da vida"
    Ele chegou no interior de Goiás muito jovem e se tornou garimpeiro. Entre dinheiro e mulheres, viveu a prosperidade e a escassez, na mesma rapidez e proporção. Hoje, com aparência de mais de 70 anos, recomeçava a vida em Palmas, depois de 2 casamentos. O 2o. casamento ele jura que não deu certo tanto quanto o 1º (o 1º. durou 20 anos e o 2o durou 17 anos).
    Mesmo nessa etapa de recomeço ele tem as memórias da vida no garimpo e das mulheres que conheceu nos antigos bordeis. Diz que foi feliz e não se arrepende de nada, mas tem um segredo que vai levar com ele: há pouco tempo atrás levou um cliente a um famoso bordel da cidade. Lá, enquanto esperava o passageiro, conversava com algumas pessoas que trabalhavam no local e saíam para fumar. Eis que se aproximou dele uma moça muito bonita que, surpreendentemente, lembrava fielmente uma namorada que ele tinha engravidado na época do garimpo, lá pelas bandas do Pará. A última vez que viu a namorada, a filha estava com 6 meses. A fisionomia dela era a mesma da namorada que ele tinha engravidado. Conversa vai, conversa vem, todas as informações batiam e levavam a crer que era sua filha. Depois de uns 2 cigarros, se despedem. Ele decidiu deixar assim. Ela estava tendo a mesma vida que a mãe e ele achou que, já está no fim da estrada, não valia a pena mexer com o passado. E assim, conheci Palmas. Amei Palmas

    Para ir ao Jalapão, a melhor alternativa é contratar uma agencia de expedição local que tem todo a estrutura para levar com segurança e diversão.
    O parque do Jalapão fica entre Mateiros e São Félix e é considerado uma grande atração turística. Em 2017 foi cenário e histórias inspiradoras para a novela O Outro Lado do Paraíso da Rede Globo.  A região é cercada por povoados quilombolas e o artesanato de capim dourado é a principal fonte de renda para as comunidades locais. Mesmo sendo um destino para ecoturismo há mais de 20 anos, nos últimos anos caiu no gosto geral.

    Porque ir com uma agencia:

    Roteiro rustico, estrada de terra, difícil acesso e sem estrutura de apoio para viajantes independentes, porém, hoje tem muitas agências credenciadas na região que oferecem expedições para a quantidade de dias que você quiser. Mulheres viajando sozinhas para esse destino é muito comum, assim como grupos de amigos e casais. Roteiro muito inclusivo e as agencias tem um cuidado e acolhimento para cada tipo de viajante.
    A agencia busca no hotel em Palmas com um guia da região e veículo 4x4. E, claro, os companheiros da expedição.  Fui com a Safari Dourado e o acolhimento e cuidados dos guias foram impressionantes. No final da expedição já bate uma saudade e a vontade de novos encontros para continuar essa boa amizade que nasce de poucos dias. Os guias Rayr, Rivamar, Samuel e Eduardo são especialistas em nos fazer rir e amar o Jalapão e o Marcello proporciona muita segurança antes do roteiro começar, com todas as informações necessárias.  


    Eles não trabalham, eles amam o que fazem: cuidar das pessoas e mostrar todas as riquezas do Jalapão. Os guias são muito atenciosos para as questões de fotos, principalmente para quem está viajando sozinho. Impossível não trazer lindas imagens.

    Meu Roteiro:

    Fiz um roteiro de 4 dias, bastante adequado e numa época boa. Recomendo observar o período das chuvas que pode comprometer alguns passeios. Toda a expedição é dentro de um carro 4x4, muita terra, cachoeiras, fervedouros e trilhas. As hospedagens são simples e extremamente acolhedoras e a comida é maravilhosa.





    Meu primeiro dia foi seguir de Palmas para a cidade de Ponte Alta. Cerca de 2 horas para chegar na cachoeira da Roncadeira e Escorrega Macaco em Taquaruçu. Ambas tem acesso fácil, uma trilha de cerca de 1,5 km com subidas e descidas suportáveis. Os banhos são ótimos. Partes rasas e muita facilidade de uma parada na queda d’água e fotos maravilhosas. Para quem quer aventura: há possibilidade de fazer um rapel na Roncadeira.  Ainda tem a parada no Canyon Sussuapara onde as fotos mostram o mapa do Tocantins no encontro das pedras e o dia acaba na Pedra Furada para o pôr do sol.


    O segundo dia começa cedo e a 1ª. parada é na Cachoeira da Velha, entrada da Fazenda do lendário Pablo Escobar. A casa está lá e as histórias são quase lendas. Dizem que era ponto de refino da cocaína e plantação de maconha. Tem pista de pouso e uma vista digna de filme hollywoodiano.  Na Cachoeira da Velha começa o rafting e para quem não se aventura, a prainha é o ponto de espera (com muito sol e agua). O nome é por causa de uma mulher que vivia no local e ainda hoje a chamam assim: cachoeira da velha.






    A estrada segue na direção da Serra Espirito Santo e morro Saca Trapo e a surpresa é o pôr do sol nas Dunas Jalapão, formadas pela erosão das rochas de arenito da Serra do Espírito Santo, que na ação do vento, formam dunas, sempre no mesmo local.

    Noite começando, antes de pegar a estrada para o pouso, a parada certa é no bar da Dona Abenita para degustar a cachaça cujo nome deu origem local: jalapa (dose curta) e jalapão (dose longa). Jalapa é uma batata imprópria para consumo gastronômico, mas cheia de benefícios medicinais e a maravilhosa cachaça. Dona Abenita, a contadora de histórias, tem uma regra: só as conta para quem estiver acampado lá (tem um camping atrás de seu bar). Já era famosa, mas ficou badalada quando conheceu o escritor Walcyr Carrasco e o inspirou com histórias para a novela O Outro Lado do Paraiso. Seu bar e seu personagem estão na novela com o grande Lima Duarte. E não é que no Tocantins tem garimpo de esmeralda mesmo? 





    Alguns minutos de prosa com Dona Abenita a gente entende o Jalapão. Histórias de tantos amores e dissabores, que sempre remetem a um garimpeiro levando uma moça de bordel para uma nova vida, verdadeiros contos de fadas e conspirações com as brigas entre famílias e riquezas dos garimpos.


    O terceiro dia é muito esperado: os famosos fervedouros.
    Os fervedouros são nascentes de rios subterrâneo com agua azul transparente, entre areias claras. Sua principal característica é a ressurgência, ou seja, impossível se afundar na água. Apesar de existirem muitos no Jalapão, somente 9 estão abertos à visitação pública.









    Geralmente uma quantidade máxima entre 6 a 10 pessoas para um tempo de banho de até 20 minutos. Cada fervedouro, uma experiência única e com sua intensidade. Eu diria que cada um tem sua personalidade própria.
    Nas datas de alta temporada e feriados é muito comum encontrar caravanas do Piauí, Maranhão e Bahia disputando espaço com as agências para entrada nos fervedouros, mas o tempo de espera vale a pena!


    No Fervedouro Buritizinho a experiência é indescritível, por isso vou confiar nas fotos para tentar me fazer entender.
    De lá seguimos para Cachoeira da formiga, uma lindeza de lugar com águas em tons de esmeralda e ao redor uma vegetação diferente do cerrado, com mata fechada.











    Uma parada especial em Mumbuca, um povoado quilombola, descendentes de escravos que saíram da Bahia em 1909. Mumbuca é uma família que se formou a partir da fusão de 2 casais de índios e negros e todos têm algum grau de parentesco. Nesse povoado existe a associação de artesãs que produzem e comercializam as peças de capim dourado. O artesanato de capim dourado foi trazido para a região pelos índios Xerente e disseminado para a comunidade quilombola. Desde então, é passada de geração em geração e considerada uma arte única por todo parte do mundo.

    Os almoços são sempre uma festa a parte: aquela comida de interior e mesas grandes aonde você senta e conversa sem pressa, cada um mais deslumbrado que o outro. E depois do almoço, antes de seguir para a próxima atração, o Fervedouro Rio Sono e o dia terminam no Fervedouro Ceiça, o primeiro fervedouro aberto ao público e ainda hoje o mais famoso.












    Quarto e último dia, amanhecemos no fervedouro Bela Vista, enorme e acesso bem estruturado. A última parada é a Cachoeira das Araras, saindo de São Félix do Tocantins a caminho de Palmas. Possui um excelente ponto para almoço antes de pegar a estrada até a capital.



    E assim, a estrada surge novamente, deixando o Morro da Catedral e o Morro Vermelho como as últimas lembranças a serem levadas do Jalapão.






    terça-feira, 4 de setembro de 2018

    terça-feira, setembro 04, 2018

    MUDANÇA DE HÁBITO 1 - Como ter dinheiro para viajar?


    Como é possível ter dinheiro para viajar, se está quase impossível manter-se no dia-a-dia com os rendimentos (seja de qualquer modelo de trabalho)?

    Muitas pessoas me perguntam sobre isso!
    Decidi abordar, sem nenhuma pretensão de convencer ninguém, sobre as mudanças que provoquei em mim mesma em alguns hábitos de consumo para conseguir manter minhas programações de viagens.

    Uma coisa é certa: se eu ainda tivesse hoje o mesmo padrão de consumo que eu tinha até 2010, certamente eu estaria “falida” e sem nenhuma expectativa de viajar.
    Vou conta minha experiência...

    Sou da geração que desfrutou muito das oportunidades da estabilização econômica dos anos 90. Foi uma época de “ter”: carro novo, casa própria, bens materiais, ou seja, tudo que demonstrava um status social que estava inserido (ou pretendido). Naquela época, tudo era alto consumo. Claro que tive momentos prósperos antes da crise econômica. Sapatos, roupas, cosméticos e coisas supérfluas eram meu calcanhar de aquiles e eu tinha, na época, condições de colecionar uma infinidade desses produtos, na maior parte das vezes por puro desejo e exagero.
    Aconteceu o que demoramos a entender: a crise econômica que se prolonga até os dias de hoje e que mexeu muito com o padrão de vida dos brasileiros.  
    E como eu estava inserida? Total despreparo para me adaptar. Insistia em manter o mesmo padrão de consumo e ainda tentando viajar.
    Logo comecei a sentir os impactos da crise econômica e percebi que o meu poder de compra foi diminuindo. Cada vez mais me deparava com uma vontade imensa de viajar, mas mantinha meus hábitos de consumo. Eu tinha em mente que não iríamos ter uma crise tão longa que causaria um problema tão sério na mudança de comportamento do brasileiro. 

    Meu desafio era: como manter o meu desejo de viajar sem mexer no meu padrão de vida?
    O problema não estava no meu padrão de vida, mas nos meus hábitos de consumo exagerados que me levavam a colecionar e acumular coisas desnecessárias.  Ou mudava radicalmente meus hábitos de consumo, ou teria que abrir mão de algo muito importante para mim: viajar!

    Como fazer isso?
    Lancei mão da minha capacidade de planejar e decidi mudar. Em etapas, vou contanto aqui como me readequei à uma nova realidade.

    A primeira decisão: não acumular e desapegar!
    Eu sempre gostei e tive uma atenção especial para coisas boas e de qualidade que foram sendo incorporadas à minha rotina, assim que pude tê-las no meu padrão financeiro. Marcas eram muito importantes para mim, já que, fruto do meu trabalho, almejei consumi-las. Além disso, eu tinha uma péssima mania de “estocar”.  Eu pensava assim: se o preço está bom, vou comprar logo 2. Estou falando de coisas que duram quase uma vida inteira, como maquiagem, roupas e sapatos e essa trilogia quebra qualquer mulher se não souber a melhor forma de consumir atualmente.
    Comecei avaliando meu “acervo” e descobri uma infinidade de produtos vencidos de grandes marcas e sapatos e roupas nunca usados. Então eu decidi primeiramente:
    1.    Usar tudo que tenho até acabar
    2.    Conhecer novas marcas e pesquisar muito antes de comprar
    3.    Buscar novas formas de aquisição: promoções e descontos e compras por internet
    Existe um conceito de vida minimalista que admiro muito, mas ainda estou muito longe de chegar e que vem sendo difundido mundialmente, que me ajudou em partes. Minimalista sem comprometer a qualidade no meu dia-a-dia, já que viajar é meu foco, mas também tenho outras coisas a serem desfrutadas.  Como foi difícil começar! Precisei de disciplina e uma mudança mental de “preciso daquilo” para “ainda não preciso daquilo”.

    Veja bem: eu não decidi parar de ter as coisas que gosto, mas planejar melhor quando e como adquiri-las.  Desde então pratiquei e percebi que tinha muito dinheiro “dentro do guarda-roupa” parado!

    Cada vez que ia a um shopping center e me deparava com aquela invasão produtos maravilhosos que me levava a um desejo imenso de comprar, passei a me observar melhor e me questionar: preciso disso ou eh só um desejo ou fuga por algum motivo?
    Mudar marcas e pesquisar mais, buscando sempre bons preços com qualidade compatível e conhecer novas opções, até mesmo prestigiar comercio de bairro e produtos e similares foram passos sequenciais.  Passei a acompanhar sites e blogs com as dicas das coisas novas que estavam entrando no mercado e aproveitava as viagens (SP, Goiânia, por exemplo) para comprar no preço melhor o que eu queria.
    Tive que aprender a comprar por outros canais para economizar. Essa etapa foi mais difícil, pois sempre gostei muito da compra física e de pegar, de sentir, experimentar. Porém, alguns produtos eu comecei a namorar no e-commerce e descobri o mundo dos cupons de descontos!
    Essa forma comprar com cupons de desconto tem-se multiplicado muito no Brasil e são uma grande opção para economizar em compra de serviços e produtos.  Pesquisei muitas plataformas, testei algumas e descobri o cupom valido, um site que reúne promoções e cupons de desconto em compras online, totalmente seguro e que divulga promoções e cupons. A compra ocorre diretamente no site da loja, os cupons são gratuitos e não precisa nem de cadastro para utilizar. Passei a adquirir produtos de marcas que gosto, a preços melhores, em épocas de descontos. Viu só? Nem tanto a terra, nem tanto ao mar: programar suas compras e usar bons canais. 
    Em resumo é o seguinte:
    Eu priorizo viajar, mas não abro mão de ter “minha qualidade” de consumo. Como ter os dois? Ajustando para a nova realidade os hábitos de consumo:

    Para que acumular muito coisas que me dão prazer momentâneo, comprar por impulso um prazer de poucas horas? Será que realmente preciso daquilo? Se o sentimento se mantiver depois de 2 dias: volto, avalio a melhor forma de comprar e compro! Caso contrário, esqueço!

    Quer uma sugestão? Coloca na ponta do lápis:
    1.Quanto do seu rendimento mensal vai para itens como roupas, bolsas, sapatos, maquiagem e acessórios?
    2.Quanto custa (em média) a viagem que você gostaria de fazer?
    3.Se você comparar o valor da viagem com as compras relativas a esses itens, por um período de tempo, em quanto tempo você conseguiria realizar sua viagem?
    4.Caso você fique alguns meses sem gastar tanto com os itens que “levam” parte do seu orçamento mensal e te impede de viajar, você passaria necessidade por falta de roupas, sapatos e maquiagem?

    No próximo post vou falar da mudança de hábito 2!
    Aguarde, mas comece já a sua mudança!

    quinta-feira, 19 de julho de 2018

    quinta-feira, julho 19, 2018

    Viajando sem medo e com muita diversão! Um guia prático para quem quer viajar sozinha


    “De que serve experimentar e aprender se não puder ajudar outras pessoas? ”
    São mais de 15 anos de viagens!
    Quantas histórias, momentos, dificuldades, descobertas, enfim...
    Hoje, parece fácil falar sobre as viagens, mas acredite: cada viagem me trouxe uma dificuldade, uma dúvida, um receio e o medo da solidão.  Mas sabe o que conquistei depois de tudo isso: boas experiências, novos grupos e construí pontes por onde passei.
    E compartilhando minhas experiências para que outras se inspirem, aparece sempre algo do tipo: “Para você é fácil, porque você já viaja sozinha”.
    E eu digo: Sim! Mas eu comecei um dia.
    Comecei com as mesmas duvidas, medos, receios, digerindo, ansiando e até desisti algumas vezes. E não tenho medo de revelar: ainda hoje bate uma insegurança quando decido ir sozinha.
    E como minimizar tudo isso?
    Por onde e como começar?
    Eu levei mais de 15 anos para ir e vir com muito entusiasmo, segurança e diversão e porque não ajudar outras pessoas a reduzirem esse tempo de aprendizado?
    Entendendo e decifrando as dúvidas, medos e anseios que muitas pessoas me colocavam sobre viagens solos, juntei tudo e coloquei minhas experiências no “Viajando sem medo e com muita diversão! Um guia prático para quem quer viajar sozinha”.
    Esse e-book foi desenvolvido pensando em cada pessoa que um dia me perguntou sobre “como é? Como faz? Onde encontro? Por onde começar? Porque ir sozinha?  E também: como vencer o medo? Ainda traz experiências diversificadas, para todas as faixas etárias e todos os modelos de viagens.
    Esse guia aborda cada etapa e as possíveis dificuldades de sair sozinha numa viagem, tornando motivador, divertido e inspirador aquele pensamento que ainda tem sido renegado a 2º. plano. O ComSaltoeAsas traz para você possiblidades de um caminho já trilhado e divertido para começar e agora, no formato e-book!
    Com esse guia você poderá:
    §  Entender seu momento e perfil para se preparar para ir numa viagem solo
    §  Organizar sua perspectiva e limitações para ir com segurança
    §  Planejar passo-a-passo desde o momento da decisão até a realização da viagem
    §  Definir seu modelo de viagem de acordo com opções disponíveis do mercado
    §  Organizar-se financeiramente para fazer seu sonho caber no seu orçamento

    Porque não se trata de mostrar a volta ao mundo em destinos fantásticos, mas de compartilhar os diversos “pequenos” mundos que descobri viajando sozinha que podem ser muito adequados para seu momento de vida.
    Viajando sem medo e com muita diversão, um guia prático para que quer viajar sozinha, vem exatamente ao encontro das dúvidas para as primeiras decisões, com muitos detalhes sobre cada etapa de uma viagem solo, planejamento e opções. Ele foi feito para você, como um livro de cabeceira que a gente dá uma olhada a noite e acorda com uma decisão importante: Voar!
    Viajar é maravilhoso. Bem acompanhado é fantástico, mas romper as barreiras das incertezas e medos de viajar sozinha é imensurável.
    Viajando sem medo e com muita diversão! Um guia prático para quem quer viajar sozinha foi feito para você e pode ser adquirido aqui! 
                                                                                      


    Visite Brasília

    Andrea Pires

    Blog Com Salto&Asas, um lugar onde compartilho memórias das viagens que mudaram minha vida, mas também inspiro mulheres que queiram experimentar a vida e sua própria companhia! Planejar, Sonhar e Realizar. Assim é que me sinto com o Mundo nas Mãos! Para contato direto comsaltoeasas@gmail.com

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