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terça-feira, 15 de outubro de 2019

terça-feira, outubro 15, 2019

Ecobocaina - pelos caminhos do cerrado e nos arredores da capital!

Olha eu aqui de novo cada dia mais encantada com os arredores da capital!

E desta vez a parada foi na Fazenda Ecobocaina, uma dessas surpresas bem perto de Brasília, cerca de 70 km a partir do Colorado (ponto de encontro de trilheiros, bikers etc), na BR 010 -  sentido Chapada dos Veadeiros. 
Fica bem na entrada na rampa do voo livre, antes de São Gabriel e são somente 4 km de estrada de terra. Ou seja, muito fácil de chegar!


Ecobocaina tem trilhas, mirantes, cachoeiras, poços para  banho e muito cerrado, além da diversidade de fauna e flora que impressiona e encanta. Na fazendo é onde fica a fonte de captação da Água Mineral Buriti, ou seja, as nascentes são de água mineral fresquinhas. O nome significa “passagem estreita entre duas serras” no tupi e é fácil entender pois a trilha de 8km (que corresponde ao desafio Ecobocaina)  é um círculo que contorna o “miolo” das duas  serras onde a Fazenda se localiza. Nos mirantes podemos ter a vista 360º.  do Vale Paranã, seja na trilha menor ou na maior, e acredite, a vista já vale a experiência.



As nascentes da fazenda vêm do Córrego Palmeira, afluente do Rio Paranã. As principais são a Bocaina (onde está a captação de água), Reis Magos, Abismo, Grota da Bocaina, Evaristo, Caititu, Água Doce, entre outras.  Agora, falando da trilha de 8km - o desafio -  eu preciso confessar e destacar: É coisa de trilheiro profissional. No meio da trilha eu tive a sensação de que estava naquele programa antigo chamado “No Limite”, lembra? Mas no final, deu tudo certo e o desafio foi cumprido.
Quer saber como é? Vamos lá!
A trilha de 8km é lindíssima, mas acredite, recomendada para quem faz trilha ou está em bom condicionamento. Eu, particularmente, passei muita dificuldade e não me considero sedentária. O grupo tinha pessoas como eu e também alguns que praticam corrida de longa distância, muito bem preparados. Isso ajudou muito no apoio de conclusão da trilha, pois todos se  ajudavam a cada etapa. De fato, a determinação e concentração, foram os gatilhos para eu conseguir fazer a trilha, mesmo não sendo trilheira profissional. E se eu pudesse eleger mais alguns gatilhos, seriam: calma, paradas importantes para recuperar fôlego e suporte do grupo. É importante estar em grupo! E se o grupo for de amigos, melhor ainda. Entretanto, importante ressaltar aqui que o sentimento de solidariedade surge naturalmente, mesmo em grupos não necessariamente tão próximos.


Preparação para começar a trilha
Na chegada à fazenda a recepção fornece todas as instruções  e orientações. Por ser um local que exige a visita guiada e em grupo, o ideal é reservar com antecedência. No site tem tudo bem detalhado, é só acessar aqui.
O mapa trilha apresentado na recepção é bem explicado e todos os possíveis percursos são sinalizados em cores diferentes. Como de praxe,  o cuidado com a fauna local é muito recomendado. As subidas e descidas são sinalizadas com cordas em corrimão. É importante ficar atento quando segurar na corda, pois sempre pode-se encontrar formigas, aranhas e outros peçonhentos que podem atrapalhar o passeio.
Algumas coisas importantes antes de ir:
  • A fazenda não permite trilha sem guia e os grupos são de no mínimo 8 pessoas, qualquer quantidade inferior a 8 pessoas, converse com a recepção da Fazenda e os preços podem ser ajustados.
  • A fazenda oferece pontos de resgate e apoio com comunicação via rádio em vários pontos da trilha
  • A idade mínima é de 12 anos.
  • O desafio 8km tem duração aproximada de 6 a 7 horas considerando as paradas para banho nos poços e cachoeiras
  • Importante levar um lanche para o final da trilha
  • Itens básicos: roupas adequadas, tênis adequado, repelente, protetor, garrafa de água, luvas, boné/chapéu
A trilha
No começo da trilha, seguimos para o Mirante do Abismo, Mirante da Pedra e Pico 360º.  Esta é a prova de fogo para continuar ou não na trilha maior, desafio de 8km. Sabe porquê?  Porque nessa primeira parte tem uma descida e subida para o 360º. de mais ou menos 500m no total que exige muito esforço. Exatamente nesse momento que a gente decide se continua ou não, pois tem a percepção do que será a trilha completa.
O interessante dessa trilha é que a maior parte do tempo é descida, inclusive, utilizando-se de uma estrada histórica chamada Cavaleira. A questão é : não há conforto pelo fato de ser descida! O percurso requer muito autocontrole e a sensação é a mesma daquele exercício de agachamento que faz o  músculo da frente da coxa tremer. Se o abdome não estiver travado, a gente desce ladeira abaixo SEM FREIO.  
Ao final da descida, os poços e cachoeiras vão se revelando e são paradas obrigatórias. Cada parada vale muito a pena e os banhos são sensacionais. Preparo para a subida de retorno, chamada subida do “Camaleão”. Considere que a descida é a maior parte da trilha, mas a subida, é a mais difícil. Na última cachoeira, depois de subir uma escada enorme, começa a trilha de retorno, com cerca de 1km de extensão sempre para cima. Nesse momento, desejei um helicóptero!



No final, tudo valeu a pena e é gratificante demais. A beleza do caminho e a riqueza da natureza e a abundância da água, valem todo o esforço. A sensação é de total superação e muita adrenalina. E, como parte desse“grand finale”, bem no topo da fazenda com a vista do Vale Paranã ao fundo em 360º, uma ducha de água mineral forte, límpida e fria te convida para esse abraço. Vencida a subida, o coração explodindo de alegria e cansaço, nada melhor que ser agraciado com essa ducha e a contemplação do vale.
Fim da trilha, começo de outras caminhadas...
Depois da caminhada, as pessoas já estão bem muito próximas. A alegria e o cansaço são compartilhados com a fome, claro. O lanche que cada um levou é acomodado numa grande mesa e compartilhado entre todos. Tudo se mistura. As fotos se compartilham, as afinidades são descobertas, a sensação de estarmos bem acompanhados é eminente e certa. Novas agendas de encontros começam a surgir. 
E pensar tudo começou com pouca intimidade, mas no final tá tudo junto e misturado. E sabe porquê?
Vencer a dificuldade e o desconhecido. Temos uma capacidade inconsciente e natural de praticarmos a solidariedade em grupo, ajudar e apoiar na dificuldade. E melhor: vencer.
Parece clichê e conversa de auto-ajuda, mas viver em Brasilia, ter o cerrado como terapeuta e amigos como inspiração...é um privilégio.
Deu vontade né? Pois então. Eu já estou pensando na próxima.



segunda-feira, 7 de outubro de 2019

segunda-feira, outubro 07, 2019

Sevilla tiene una cosa!


De Madrid para Sevilla!  A cidade que parece litoral, mas é banhada de sol e bares!  Apesar da correria, foram 3 dias de puro deleite, ócio, sol, bares e boas risadas.
Optamos pelo trem de Madrid para Sevilla. Muito confortável e uma experiência bacana para uma 1ª. vez (como era o caso da minha amiga), cujo valor da passagem corresponde ao serviço prestado e tem lá seu glamour viajar de trem na Europa né?
Chegamos no final da manhã de um dia muito quente numa cidade alegre e festiva, com a cara do verão. Nosso hotel, muito bem localizado, além de ser uma atração à parte: Hotel Patio de La Alameda ficava na Alameda Hercules. Uma casa do século XIX com arquitetura interna de pátios andaluzes. Pequeno e muito aconchegante, o atendimento faz mais que justiça à beleza do hotel. Todos foram sensacionais, registrando aqui a 1ª. impressão de minha amiga sobre a cidade: como as pessoas são acolhedoras, alegres e a segurança percebida logo na chegada.
Apesar da cidade exalar um ar “litorâneo” e as pessoas parecerem estar na praia, a cidade não tem mar. Mas os bares,  as melhores coisas de Sevilla, mantém esse “aire” de verão praiano. Sevilla é bem fácil de entender cuja boemia retrata sua história, sua leveza conquistada com muitas dores e sua alegria de viver pelas batalhas sofridas. Sevilla é uma homenagem à vida.
Sevilla através da história:
Chamava-se Híspalis no período romano por volta de até 700dc quando foi conquistada pelos mulçumanos, atingindo seu apogeu de prosperidade.  Em 1248 é reconquistada pelos Reis Católicos e a história se repete: conversões, perseguições, miscigenação e sobrevivência.
Como todas as cidades de Andaluzia, passou por mãos muçulmanas e cristãs cujas batalhas foram vividas à luz de muita violência e devastação. Na Guerra Civil houve mais uma etapa de destruição e a decadência se instalou. Talvez seja por isso que a cidade tem encravada nas suas arquiteturas uma diversidade cultural e um povo muito acolhedor. Todas misturas passam por Sevilla e sua história deixou a alegria de viver como marca em seu povo, como se comemorassem todos os dias o simples fato de estarem vivos.
A Alameda Hercules, nossa base em Sevilla, é uma região muito bacana que existe desde 1574. Hoje é rodeada de bares e um dos points da boemia alternativa de Sevilla. No início era um jardim público da alta classe que passou pela decadência no período da Guerra Civil e foi revitalizado recentemente, tornando-se um centro de arte e cultura alternativo. No final do dia os bares aplacam o calor com as sombras das árvores e  uma cerveja gelada. Um ótimo lugar para o ócio e boas conversas. No começo da manhã esses mesmos bares abrem e servem café da manhã a preços generosos.
Bem perto da Alameda Hércules está o centro monumental de Sevilla: parte turística obrigatória. Ou seja, essa foi mais uma decisão para ajudar a minha amiga a se sentir mais segura e com facilidade de se integrar na dinâmica da cidade: a localização do Hotel e a mobilidade. Aproveitamos nosso primeiro dia para caminharmos pela Alameda Hercules até La Campana: rua de muita importância desde 1510 quando era conhecida como a “Calle de Pasteleros” por ter lojas de fabricação e vendas de doces. Atualmente mantém uma referência dessa época com a doceria Campana, desde 1885. A partir da Campana vários pontos da cidade estão interligados, principalmente o centro comercial e a Calle Sierpes, a “famosa”. Sabe porquê?
É aonde ficam as lojas famosas e de marcas e as pessoas passeiam alegremente e despojadamente pelas lojas e rua, sob o frescor dos toldos que cobrem toda a extensão da Calle Sierpes.
No 2º. dia a programação foi Catedral e La Giralda , com direito à subida pelo mirante. La  Giralda vem do antigo minarete que era parte da Mesquita Mayor. A história começa quando Sevilla é conquistada pelos muçulmanos e a Mesquita Mayor e a torre (La Giralda) são construídas neste período que vai de 700 a 1200dc aproximadamente.  No século XIII, quando os reis cristãos reconquistam Sevilla, a Mesquita é convertida a Igreja dedicada a “la Asunción de María”. Somente nos séculos XV e XVI as construções são finalizadas e hoje conhecemos como Catedral Gótica de Sevilla.  Durante esse período sobreviveu a 3 terremotos e no local encontram-se os restos mortais de Cristóvão Colombo e os túmulos dos reis. Além da parte interna deslumbrante e a subida na torre (de tirar o fôlego literalmente), a dica é descansar no Pátio de los Naranjos com seus jardins, fonte e sombras.
Depois da Catedral, seguimos ao bairro de Santa Cruz, na parte mais antiga da cidade  que tem como referência ter sido uma “juderia (bairro dos judeus). A comunidade judia de Santa Cruz foi a 2ª. mais importante da Espanha, sendo a primeira, a comunidade de Toledo. De arquitetura gótica, o bairro fica entre a Catedral e o Real Alcazar (palácio em estilo mourisco). Suas ruas estreitas e praças cheias de arvores rodeadas de lojas de lembranças, artesanato, doces e cerâmicas, também convidam à boemia, pois nessa região se concentram muitos bares de tapas.  Ainda nessa área antiga, um paradoxo: o Parasol na Praça La Encarnación! Difícil entender esse monumento que traz uma modernidade que contrasta muito com a região antiga. “Las Setas” ou Parasol, é uma construção de madeira formando 6 guarda-sóis (inaugurada em 2011). Conhecida como “Las Setas” porque lembra muito o formato de cogumelos. 


Além da área de contemplação e vista da cidade, é no subterrâneo que fiquei de boca aberta: lá encontra-se o  Antiquarium, um museu arqueológico com vestígios romanos e árabes, descobertos na 1ª. fase da construção do Parasol e podem ser da época de Tibério 30dc, indo até Século VI com vestígios romanos e construções islâmicas dos séculos XII e XIII.

E o dia acabou? Nada!
Final da tarde com sol alto, seguimos para o Museo Flamenco  para uma imersão completa: além de conhecermos a história de grandes nomes, vivenciar o museu interativo e conhecer as origens e influências de outras culturas, assistimos o tablao flamenco para fechar a visita com chave de ouro. A dinâmica desse museu é muito bacana, pois por um valor único (e bem acessível) pode-se visitar o museu e esperar o horário do tablado que acontece pelo menos umas 3x ao dia.  









No 3o dia, já em ritmo de despedida, fomos à Plaza de España. Taí um lugar que consegue definir bem Sevilla! Localizado no Parque Maria Luísa, foi construída entre 1914 e 1929.  A diversidade de pontos de observação e contemplação rendem fotos maravilhosas. Ao redor da praça tem bancos que representam as províncias espanholas, representadas, cada uma, pelo seu escudo, um mapa e uma figura artística. Essa praça foi cenário filmes conhecidos como Lawrence de Arábia de 1962 e  Star Wars Episódio II: O Ataque dos Clones de 2002. Além da arquitetura e diversidade de contemplação, musicalidade ao ar livre com artistas de flamenco e outras modalidades nos prendeu por horas e sem vontade de voltar à realidade. 



Fechamos nossa última noite em Triana para conhecer o outro lado de Sevilla e cruzar a famosa “Puente de Triana” sobre o rio Guadalquivir. Impossível não associar Triana ao flamenco,  aos grandes nomes de toreros e aos perseguidos pela inquisição. Um bairro inicialmente habitado pelos ciganos e judeus, porém, o prédio da sede central da Inquisição (1481) ficava no antigo castelo de São Jorge, bem na saída da ponte (onde hoje é o Mercado de Triana), chancelando a ocupação cristã. Hoje o bairro é uma boemia cool.


Saindo da Puente de Triana,  logo em frente, está a Plaza del Altozano onde ainda se encontram construções antigas, como a farmácia, a estátua de um torero e a estátua de uma mulher flamenca, dando as boas-vindas a quem chega. Toda a praça segue com um burburinho de bares e lojas. À direita da praça,  o Mercado de Triana e as relíquias arqueológicas do Castelo de São Jorge na parte inferior do mercado, local onde foi sede da Inquisição de 1481. Saindo pelo mercado chegamos no “callejón de la Inquisición” (beco da inquisição) e as ruas seguem como por exemplo na calle San Jorge que se encontra o museu de cerâmica: uma antiga fábrica de cerâmica de 1870, e, claro, a “lojinha” para não deixar a gente com água na boca. Na base da ponte de Triana também se encontram restaurantes maravilhosos com uma vista belíssima para o rio, e à esquerda, a Calle Betis e todo um passeio que contorna as margens do Rio Guadalquivir, também com tablados flamencos e restaurantes e bares.  
O que fazíamos às noites? Bares, caminhadas, bares, tapas e conversas. Conhecemos pessoas, fizemos novos amigos, criamos novas memórias, reencontramos alguns amigos e ficamos com muita saudade.  Intenso não?

















Sevilla é assim mesmo. Desconheço quem simplesmente “passou” por Sevilla e não se apaixonou pelos seus cantos e encantos. Não dá para explicar Sevilla de um a forma simples, racional e objetiva. Sabe Porquê?

Porque Sevilla tiene una cosa!

Próxima parada desse roteiro andaluz? Granada, tierra soñada ....Aguardem!!!!!


terça-feira, 24 de setembro de 2019

terça-feira, setembro 24, 2019

Madrid – Pit Stop de 3 dias com gosto de “tenho que voltar”!

Madrid já foi abordada aqui no blog em outros tempos, mas tenho que compartilhar novamente esse roteiro de 3 dias intensos e apaixonante. Redescobri a cidade e apresentei-a a amiga que estava comigo pela 1ª. vez na cidade. Rever pontos de Madrid é uma grata surpresa e um convite a incessantes retornos e,  para quem vai pela  1ª. vez,  é impactante, arrasadora e apaixonante. São tantas cidades numa só e se não houver um plano de visitação, a pessoa fica atordoada. Essa parada em Madrid foi organizada com 2 bons objetivos:
  • Hospedagem bem localizada que permitisse mobilidade rápida
  • Visitas a pontos turísticos concentrados por geografia
3 dias intensos e cheios de História:

Na chegada optamos pelo conforto do taxi que tem um valor fixo de 30 euros para o centro da cidade, aonde nosso hotel estava localizado. Dica importante: ficar hospedado no centro para ter mais mobilidade e proximidade aos pontos turísticos, principalmente em função do pouco tempo de estadia. Destaco, porém, que hotéis no centro da cidade podem ser mais simples e antigos, mas com conforto adequado para essa localização. Optamos pelo BestWestern Hotel Los Condes, bem perto da Gran Vía, numa rua bem reservada e com rápido acesso à Puerta del Sol. Além de ser um ponto central, tem estação de metrô e é uma ponte de ligação com toda cidade.
Chegamos no início da tarde. Optei por um reconhecimento de área pelas proximidades da Gran Vía até a Plaza de España. Aproveitei esse 1º. contato da minha amiga com a cidade para mostrar a organização, facilidades, segurança. Observando a dinâmica da cidade, conhecemos o comércio e aproveitei para falar um pouco da história da Espanha, sua  cultura e diferenças com a cultura brasileira.  Caminhamos bastante na perspectiva monumental da cidade. No final do dia, uma boa parada nos jardins da Plaza de España e a vista maravilhosa do Jardim de Sabatini, com um belíssimo pôr do sol.

A noite conhecemos a dinâmica da vida noturna da La Movida (apelido carinhoso da cidade). Nem estava tão escuro ainda, já que, no verão o sol desaparece lá pelas 10 da noite: as ruas fervem literalmente, os bares lotados, a cada esquina artistas mostram talentos e muita musicalidade. “Eso es” um pouco da “vibe” madrilenha.
No segundo dia programamos o Museu do Prado pela manhã, sem pressa. Esse museu é um celeiro de grandes artistas e de muita história cujo acervo é muito importante e surpreendente entre as pinturas e esculturas espanhola, francesa, flamenga, alemã e italiana. Tudo muito bem organizado por cronologia que permite qualquer pessoa mais leiga visitar e conhecer a lógica da arte sob a ótica cronológica. Meus favoritos são Goya, Velazquez, El Greco, Caravaggio e Botticelli ...enfim...nem dá para descrever todos. Como Madrid tem grandes opções de museu, recomendo incluir pelo menos 1 museu quando a opção for de poucos dias. Aproveitamos e almoçamos lá mesmo, no ar condicionado, horário da siesta, comida boa e preço bom. Um almoço com descanso merecido porque o dia ainda tinha uma programação extensa.
Depois do almoço e do descanso, seguimos para Igreja San Jerónimo El Real que já foi também um monastério. Impressiona pela sua grandeza e uma arquitetura gótica que se destaca. Caminhamos até o Parque del Buen Retiro (construído pelos idos dos anos 1600 ). Confesso que foi sofrido caminhar no calor quando chegamos no Parque num horário injusto, mas a diversidade, amplidão e beleza nos deram ânimo para caminhar mais e mais. O parque tem pouco de tudo e faz parte da história da cidade de Madrid: lago, monumentos, bares, passeios, palácio.















































Visite Brasília

Andrea Pires

Blog Com Salto&Asas, um lugar onde compartilho memórias das viagens que mudaram minha vida, mas também inspiro mulheres que queiram experimentar a vida e sua própria companhia! Planejar, Sonhar e Realizar. Assim é que me sinto com o Mundo nas Mãos! Para contato direto comsaltoeasas@gmail.com

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